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Brasileira que evitou roubo falando de Jesus

terça-feira, 3 de agosto de 2010 18:14 Postado por Marcos Nunes
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Ela diz que ficou chateada ao saber que assaltante foi pego em outro roubo.

Nayara Gonçalves, de 20 anos, nunca tinha sido assaltada.
Apenas quatro minutos depois de abrir a loja de celulares em que trabalha em Pompano Beach, na sexta-feira retrasada (23), a mineira Nayara Gonçaves viu um homem entrar todo vestido de preto. Ela percebeu que havia algo estranho, mas não conseguiu fechar a porta a tempo. Ele se aproximou do balcão, perguntou preços de aparelhos e logo mostrou uma arma, anunciando um assalto. Em vez de entregar de cara tudo o que tinha no caixa, Nayara decidiu conversar com o homem, e acabou convencendo ele a desistir do roubo.
"Percebi que ele não era má pessoa. [...] Ele disse que odiava ter que fazer aquilo, mas que precisava de todo o dinheiro que tinha no caixa. Eu disse: 'antes de fazer qualquer coisa eu quero te falar um pouco de Jesus'. Comeceia dizer que era evangélica e que esse não era o caminho certo. Ele ouviu, não apontou mais a arma pra mim e falou que precisava de US$ 300 para não ser despejado do apartamento em que morava", disse a brasileira de 20 anos em entrevista ao G1, por telefone.

O assaltante, depois identificado como Israel Camacho, de 37 anos, disse que Nayara estava certa e que não queria machucá-la. Ela ofereceu ajuda para ele arrumar um emprego, e ele disse que já tinha um trabalho, mas precisava do dinheiro imediatamente. "Jesus pode mudar a sua vida", ela dise. Já a caminho da porta, o assaltante olhou para a brasileira e mostrou a arma falando: "quer saber de uma coisa? Isso nem é de verdade, é uma arma de brinquedo."

Nayara nunca foi assaltada antes. Nascida em Mantena (MG), ela mora com a família nos EUA há cinco anos e é gerente da loja. "Fiquei muito nervosa, porque não sabia qual seria a reação dele. Meu chefe quando viu as imagens das câmeras de segurança disse que eu era louca, que devia ter entregado o dinheiro. A policial da delegacia me falou que nunca tinha visto algo assim."
A fala da brasileira pode ter poupado um assalto à loja em que trabalha, mas não impediu que o assaltante voltasse a roubar. Camacho foi preso no mesmo dia, após invadir uma loja de sapatos poucas horas depois da tentativa frustrada de levar dinheiro do estabelecimento onde Nayara trabalha. "Fiquei muito chateada quando soube. Achei que ele realmente tinha se arrependido, que eu tinha plantado uma semente em seu coração. Mas acho que agora ele vai repensar e ainda pode fazer um compromisso com Deus."

Um Missão Diferente - Parte 2

sábado, 31 de julho de 2010 00:46 Postado por Marcos Nunes
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Por Carla de Paula Berigo
Via Osmose Emocional


Hoje passei outra experiência interessante, quero compartilhar aqui neste meu diário virtual e acho que mudarei o nome dele para: Crônicas de Transporte Urbano...risos.
Estava fazendo integração, ou seja, por ter perdido meu ônibus, peguei um outro que chega mais rápido para alcançar o que perdi...aqui em Campinas, se o usuário utiliza 2 ônibus dentro de 1 hora, paga somente uma passagem.
DEUS sabe porque perdi meu ônibus... estava eu ali ouvindo duas mulheres falando, a Motorista e a Cobradora, reclamando de um fiscal, ou chefe, não sei bem... mas que o sujeito era muito grosseiro e mau educado... o ponto máximo da conversa foi que chegaram a combinar em chamar polícia e registrar as ofensas que ambas constantemente recebem dessa pessoa... e nesse meio tempo, eu que sempre faço minhas orações matutinas dentro do transporte urbano, estava tentando não ouvir esta conversa naquele micro-ônibus.
Neste quase interminável trajeto, uma moça morena, aparentemente com seus 25 anos, entra no ônibus e já pede a carona para a motorista, alegou que estava sem dinheiro para passagem.
A motorista cedeu, e continuou com a sua companheira, as reclamações contra o sujeito indesejado.
E eu orando para minha lista pessoal e de pessoas...
Chegando quase no meu destino, e também da moça, a motorista e a cobradora com muita estupideza, falam para a moça descer 2 pontos antes do destino dela final, pois se a fiscalização visse, iria punir a motorista... e a moça exclamou: - Eu não sou daqui, vim para pegar neste ponto que falei, um outro ônibus fretado da empresa que vou fazer entrevista de emprego.
E a cobradora ficou falando como uma tagarela...humilhando a moça passageira... mas tão alto que não deu para orar mais, parei para olhar a cena... e me indignei com tamanha falta de educação, gentileza e insensibilidade daquelas mulheres que a minutos estavam se queixando de um homem estúpido!
Me levantei e disse para a moça: - Moçaaaa, (tive que falar alto, porque a cobradora não me ouvia de tanto que tagarelava, humilhando a coitada!) escuta aqui, eu vou pagar a sua passagem! Pode passar na roleta.
Quando ela passou na roleta, se sentou atrás de mim dizendo: -Que situação! - E se pôs a cair em lágrimas.
Olhei para a cara daquelas mulheres, a cobradora e a motorista, seus rostos estavam caídos, e agora estavam caladas.
Virei para aquela moça e disse: Confie em DEUS, e Ele te abençoará!
Me direcionei para a porta para descer no final daquele ponto, rumo para pegar o ônibus que perdi e ela me disse ainda chorando, para mim: "Moça, que DEUS lhe pague!"
Eu: "Sim, ele já me pagou! Eu já passei o que você passou."
Hoje pela manhã eu disse: Eis-me Aqui Senhor... e ele me enviou aos humilhados... a esses DEUS cumpre a promessa que serão exaltados.
Eu vi os rostos daqueles que humilhavam, serem humilhados, simplismente porque não fizeram o que deveriam fazer: O BEM!

DEUS NOS USA...

sexta-feira, 23 de julho de 2010 09:21 Postado por Marcos Nunes
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“ Vede entre as nações, e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos: porque realizo nos vossos dias uma obra, que vós não crereis, quando vos for contada.” Hab. 1.5
 
Vivemos na aldeia de Muzun, Mali, onde há aproximadamente dois mil habitantes que em sua maioria seguem a religião islâmica e crenças animistas. Quando chegamos na aldeia não havia nenhuma presença cristãe por isso, nos sentimos desafiados por aquilo que o Senhor estava preparando para nós e para este povo. Passamos por muitas lutas, ainda mais por sermos os primeiros.

A aprendizagem do francês e do dialeto bambará, foi e ainda tem sido bem desafiador, falar a língua do povo é algo essencial para conquistarmos sua confiança e abre portas para relacionamentos. Temos presenciado isso a cada dia, pois eles têm nos deixado conviver em seu meio e com isso, temos tido a oportunidade de falar de Jesus. Mesmo com pouco vocabulário do dialeto que sabemos, Deus não se limita a nós, pois com palavras ou sem palavras Ele tem agido de forma maravilhosa nesta aldeia que, como nós, tem fome e sede da graça.
 
No mês de julho aconteceu algo extraordinário, que chamamos de “filha de Jairo”. Em uma certa manha a filha adolescente de nossa vizinhaaproximou-se do muro de nossa casa chorando com muita dor na barriga. A princípio pensávamos que não era  nada grave, pois como havia chegado o período das chuvas, as águas dos poços ficam mais sujas, trazendo assim algumas doenças.

Deixamo-a entrar e como não sabíamos o que realmente estava acontecendo fizemos uma compressa de água quente  em sua barriga para amenizar a dor e também começamos a orar quando vimos que a dor não passava.  A dor aumentava e ela já estava sem força até mesmo para chorar. Como não tínhamos remédios e não sabíamos o que era, ligamos para um amigo taxista que é muçulmano, para a levarmos até um hospital na capital e o aguardamos.Em um certo momento ela perdeu os sentidos, não escutava, nem conseguia falar, parecia estar em outro mundo, pois ela permanecia de olhos abertos.
 
A nossa equipe é composta por  8 pessoas, e neste dia havia cinco e apenas mulheres. Quando analisamos o quadro que estava acontecendocomeçamos a orar incessantemente pedindo ao senhor que nos cobrisse com poder e autoridade do nome de Jesus e que tudo o que se passasse fosse para glorificar o nome dEle.

A menina estava deitada inconsciente em nosso colo, algumas pessoas da aldeia começavam a chegar em nossa casa, inclusive a mãe e o pai, naquele momento, Deus fez com que a menina se passasse por morta aos olhos das pessoas, mas nós cinco sabíamos que ela estava viva. Alguns, principalmente de sua família começavam a chorar, mas eram interrompidas, pois na cultura não permite que se chore por uma pessoa morta. A todos que vinham até nós, falávamos que ela estava apenas dormindo e que logo iria se levantar, pois estávamos orando e Jesus iria cura-la.
 
Tudo isso começou pela manhã e a tarde antes das quatorze horas a menina acordou sem dor e com fome. As pessoas ficavam olhando maravilhados e chamavam outros para ver o que acontecera. O nome do Senhor foi glorificado mais uma vez. 
 
Deus é Soberano e sabemos que está no controle de todas as coisas.
Quando paramos para pensar hoje no que aconteceu, vemos a forma maravilhosa como Ele planejou tudo nos mínimos detalhes.
 
Antes da menina acordar, um homem muçulmano que é parente dela, percorreu a aldeia atrás de um enfermeiro, mas depois de tudo ele nos contou que na verdade estava procurando um Imã ( chefe relogioso) da mesquita, pois acreditava que ela estava morta. O Imã como chefe religioso, também é o responsável em fazer todos os rituais necessários para entregar a alma a ALLA (deus) conforme o alcorão (livro sagrado para os muçulmanos). Mas não o havia encontrado.
 
Assim que chegou e viu a menina bem, ficou sem palavras, apenas agradecia pela oração. Um pouco depois chegou também em nossa casa o nosso amigo taxista que havíamos chamado. Pudemos contar a ele tudo o que Jesus fizera e que a menina não precisava mais ir  à capital. Ele ficou sem exagero, extremamente  feliz ao saber de tudo isso, mesmo sendo ele “ainda” muçulmano ( Deus tem falado muito ao coração deste homem).
 
“A religião que Deus, nosso pai aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo.” Tg 1.27

Deus fez algo mais, a mãe da menina retornou a nossa casa e nos falou de sua alegria diante do que havia acontecido, o parente da menina nos falou também que a partir desta situação, ele pode ver algo diferente no caminho que nós seguimos e que a aldeia estava impactada com tudo o que se passou, pois diziam que ela estava morta, mas nós oramos e ela teve vida novamente. Ele nos falava estas coisas “emocionado”, e isto é algo difícil na cultura.

Vimos o Senhor agindo! Nunca tínhamos visto um sorriso tão sincero no rosto deste homem como neste dia.  “... disse Jesus a Jairo: não temas, crê somente” (Mc 5.36)
Em uma certa ocasião nos lembramos da ressurreição de Jesus quando alguma mulheres vão até o sepulcro para levar algumas especiarias. Já era o terceiro dia, mas naquele momento elas estavam sem esperança. Até que apareceram dois anjos e lhes fizeram lembrar das palavras do Mestre. A parti daí a esperança delas volta. Citamos este exemplo, pois a mãe da adolescente nos disse chorando na conversa que antes ela vivia sem esperança, mas com a nossa vinda para aldeia, a esperança nasceu em seu coração. Tivemos mais uma oportunidade de falar o quanto Jesus a ama e ama a todos aqui.
É até “engraçado”, pois quem nos ajudou na tradução foi o taxista muçulmano e ele falava tudo alegremente. Sabíamos que o Senhor estava falando ao seu coração também. Todos saíram agradecendo a Deus por tudo.
 
O povo realmente está sedento. Mais tarde o parente voltou e pôde ouvir mais sobre Jesus. Pedimos a ele que guardasse estas palavras em seu coração, que nós estamos aqui nesta aldeia para dizer que Jesus ama a todos. Ele disse que guardaria.
 
“Porque o Espírito Santo vos ensinará naquela mesma hora, as coisas que deveis dizer.” (Lc 12.12)

Esse foi o dia em que Deus usou cinco mulheres para orar e testemunhar do nome de Jesus em um meio muçulmano, onde elas são desvalorizadas e não têm voz. Não temos noção dos mistérios de Deus, pois são muito grandes e vão além do que pensamos ou imaginamos, mas temos a certeza do poder e autoridade que há no nome do Seu Filho para quebrar cadeias eparadigmas. E tudo o que pudemos ver e contemplar naquele dia foram para que este mesmo Nome fosse glorificado nesta pequena aldeia chamada,Muzun.
 
Algo que falamos é que se Deus nos trouxe aqui somente para este dia e fim, nós nos sentimos privilegiados por  ter podido contemplar e ver o seu agir em nós e no povo com quem vivemos.

Os campos estão brancos para a ceifa, e independente de povo, língua e nação; homem, mulher e criança, Ele nos chama para sermos despenseiros de Sua graça. Ele acredita em cada um de nós e nos capacita para exercermos este papel.
 
O mundo está clamando! E o que você está esperando?
 
Cíntia, Geima e Vivien
vivienrachel@gmail.com
Muzun - Mali
Radical África 5
Junta de Missões Mundias
Convenção Batista Brasileira

Eu, você e a miséria

sábado, 1 de maio de 2010 00:46 Postado por Marcos Nunes
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Artigo publicado em Dezembro de 2009 no Portal Interdenominacional.

Outro dias desses eu estava indo para o meu "sagrado jogo de volei de toda sexta-feira", mas o trânsito estava muito ruim no Rio de Janeiro por conta da chuva e dos acidentes na principal via expressa da cidade. Percebi que estava muito tarde e que o jogo não iria acontecer. Resolvi descer do ônibus no meio do caminho, em um centro comercial e pegar outro ônibus em direção a minha casa.

Quando estava numa rua com muitas lojas, às 20:30hs, percebi que ainda haviam muitas lojas abertas por conta do natal, mas já não tinha tanta gente perambulando na loucura das compras de fim de ano. Não perdi tempo, aproveitei a rara e preciosa oportunidade de entrar numa loja vazia nesta época do ano e comprei algumas roupas necessárias.

Segui meu caminho até a rodoviária urbana do bairro e fiquei na fila. O cenário era clássico para uma sexta-feira: Uma fila cheia, o ônibus não chegava, a fila era ao lado de um bar, a calçada cheia de "mesinhas", as "mesinhas" cheia de gente, pessoas cheias de cerveja e as mentes buscando alguma maneira de esquecer as crises do lar, do trabalho e das dívidas. 

Quando eu menos esperava percebi um vulto passando ao meu lado, o som altíssimo do DVD do grupo de pagode no bar me impedia de ouvir, mas meus olhos estavam diante de uma mulher maltrapilha, com uma criança no colo e a boca se mexendo em minha direção. De certo que estava pedindo alguma ajuda, a poluição sonora não me deixou ouvir e entender nada o que ela havia dito, mas o meu subconsciente foi ativado e o meu corpo respondeu com uma boca se mexendo sem emitir muito som e a cabeça meneando: Ela entendeu que minha resposta era negativa ao seu pedido e seguiu pela fila na sua "via crúcis".

Meus olhos foram acompanhando aquela figura quase mitológica. Os minotáuros eram criaturas formadas de duas partes: metade homem e metade touro. Aquela figura que caminhava naquela fila era metade "mulher-desesperada-pedindo socorro" e metade "criança-faminta-sem futuro".

Ela segui na fila do meu ônibus que tinha 6 ou 7 pessoas e cena se repetia de forma que minha retina ficava cada vez mais marcada e minha alma cada vez mais doida. A fila do meu ônibus acabou para ela, mas para mim continuava e ela passou para fila do ônibus ao lado e, qual não foi a minha triste constatação, senão que na outra fila só haviam cabeças meneantes e nenhuma mão a se estender. Uff.. é duro relembrar estas coisas! Mas nem imagino como seja vivê-las. E você?

É neste ponto que eu queria chegar. Como é que eu e você temos olhado para o cenário social da nossa cidade? Como é que eu e você nos sentimos quando vamos fazer compras de presentes no final do ano sabendo que há tanta gente sem dignidade andando pelas ruas? Como é que eu e você olhamos para o rosto de uma criança faminta e de uma mãe desesperada? (Eu confesso que tenho sérias dificuldades em olhar nos olhos e de encarar)
O que é que eu e você temos feito para mudar a situação dos que nos cercam?

No capitulo 25 de Mateus Jesus fala sobre um certo momento em que Ele fará distinção entre as ovelhas e os bodes: "Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;"(Mt 25.35 e 36)

"Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;
Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;" (Mt 25.41e 42).

Não que eu tenha medo deste dia por causa de mim e das minhas obras especificamente, mas o que me deixa preocupado a respeito deste dia é imaginar o coração do Senhor lamentando o fato de que a humanidade, que foi alvo de seu amor desde sempre, não entendeu que as obras não tem origem ou fim em si mesma e que o amor deve ser um grande e caudaloso rio que tem sua nascente no coração de Deus e vai ganhando novos afluentes, que são as pessoas lavadas e remidas pelo sangue do Cordeiro. E que este rio deve seguir crescendo até desaguar no oceano das obras que devem cobrir e abençoar o mundo até os confins da terra. 
Este foi o plano de Deus desde Abraão, em que quem todas as nações da terra seriam benditas.

Me imaginar estando do lado direito ouvindo o "Vinde, benditos de meu Pai" não me deixa nada tranquilo se eu pensar que talvez a maioria ouça o "Apartai-vos de mim, malditos".

Gostaria que eu e você fôssemos cheio do amor e da compaixão de Deus diante da miséria para ouvirmos juntos a mesma frase.

Forte Abraço!

Marcos Nunes

Sinalizando o Reino no Exame de TCC

quarta-feira, 28 de abril de 2010 18:42 Postado por Marcos Nunes
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Este artigo é a reprodução adaptada  de um email para um grupo de pessoas que acomapanharam o crescimento acadêmico, espiritual e profissional do meu amigo André Thiago.


Queridos amigos,
 
Eu tive o prazer de estar presente durante a apresentação do TCC do meu amigo A.Thiago para a banca de professores da Faculdade de Designer da INFNET. O tema do TCC era "Redesigner de marcar da Igreja Evangélica Congregacional de Bento Ribeiro".

Ao chegar ao locar, achando que estaria bem na hora da apresentação do nosso amigo, para minha surpresa, ainda estava no meio da avaliação de um aluno, os professores que falaram foram críticos, mordiam, mas assopravam...logo eu fiquei sabendo que certo professor com doutorado em designer tinha sido muito duro na avaliação do trabalho deste aluno....

Outra surpresa foi o fato de que ainda tinham 2 projetos antes do A. Thiago e eu ainda precisava voltar para o trabalho. Fiquei observando e este professor doutor realmente estava destruindo com o olhar e a voz de quem ficou empedernido pelo doutorado. Foram momentos de tensão ao final de cada apresentação..a expectativa em relação as palavras do professor doutor.

Eu fui persistente e fiquei até o fim. Então veio a apresentação do nosso amigo. Confesso que estava preocupado com um certo "pré-conceito" com um projeto relacionado à igreja. Teoricamente seria a junção de uma coisa super moderna e inovadora (designer) com uma coisa super antiga e tradicionalista (Igreja \ religião).

A apresentação foi super corrida, mesmo com o nervosismo, o meu amigo A. Thiago sempre consegue se livrar da tensão com o seu jeito irreverente. O tempo era de 15min...ele levou uns 25min...olha que ele correu muito no final...rsrsrs Todos bateram palmas, e eu ouvi alguns gritinhos sobre a polêmica do dízimo..."vamos passar a sacolinha... Todos respiraram fundo, ficaram em silêncio e a orientadora pediu para o professor doutor falar primeiro. 

E agora...?

Bem, o Professor  Doutor disse que foi tomado por dois sentimentos durante a apresentação: de que não daria tempo para concluir e o desejo de dar mais tempo para aquela "menino', pois a apresentação estava excelente! Os comentários dele foram maravilhosos e surpreendentes! Eu me emocionei...senti como se Deus estivesse honrando o A. Thiago e honrando o SEU próprio NOME.

O Professor Doutor fez vários comentários, dentre eles:
"Eu não tenho nenhum comentário a fazer sobre seu projeto enquanto Professor para um Aluno!"

"Os únicos comentários que eu poderia fazer sobre seu trabalho seria sentado numa mesa de profissional para profissional!"

"O trabalho de pesquisa histórica foi fantástico!"

"O trabalho de pesquisa interna foi maravilhoso!"

O A. Thiago fez pouquíssima coisa no logo da Igreja, tirou o amarelo do fogo, mas foi exatamente a humildade e a sensibilidade de perceber qual seria a marca que melhor representaria a identidade do "cliente \ igreja".

Foi realmente um momento fabuloso!
Eu tenho aprendido a cada dia que Deus deseja mais profissionais cristãos capacitados levando os valores do Reino de Deus para o mercado de trabalho, empresas e sociedade em geral do que missionários, pastores ou levitas.

Isso tudo aconteceu na semana em que o A. Thiago passou por momentos bem complicados devido as enchentes causadas pelas chuvas neste final de verão de 2010!

Forte Abraço!

Marcos Nunes